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Vereador está preocupado com a quantidade de cargos comissionados ocupados na prefeitura de Corupá

Vereador está preocupado com a quantidade de cargos comissionados ocupados na prefeitura de Corupá

Na sessão desta segunda-feira (05), o vereador Felipe R. Rodrigues, levantou um assunto polêmico em seu discurso, a quantidade de cargos comissionados ocupados na administração municipal. Segundo o vereador, o aumento do quadro é preocupante pois vem afetando consideravelmente a folha de pagamento e preocupa caso o índice ultrapasse o percentual permitido que é de 54% da arrecadação.

Rodrigues conversou com a redação do Jornal de Corupá a qual explicou os detalhes sobre os seus questionamentos e preocupações sobre o tema. Para o vereador, seria desnecessário a quantidade de pessoa que hoje está ocupando cadeiras na prefeitura.

“Só para ter uma ideia, eu fiz um comparativo das administrações passada e atual. Na administração passada tinha 41 cargos comissionados, aqueles que a gente fala que são de confiança, e deste 24 já eram efetivos da prefeitura, eles trabalhavam e ainda trabalham na prefeitura, pois são concursados. Agora esse número saltou para 58, vejam bem são 17 cargos a mais, e tem mais, deste apenas 15 são efetivos, o restante dos 43 são de fora do quatro e tem mais, hoje são 09 pessoas deste quadro que são de fora, que não são de Corupá”, explica.

O vereador ainda apresentou o impacto na folha de pagamento destes comissionados. “para se ter um ideia, essas 17 pessoas a mais que ocupam esses cargos comissionados, já custaram aos cofres do município quase 1,2 milhões de reais. Isso representa R$ 300 por família por mês de Corupá. É muito dinheiro, que poderia ser investido em outras áreas. E será que precisa toda essa gente trabalhando na prefeitura. Se antes fazia o serviço com essa quantidade de funcionário e por que agora precisa mais?”, questiona.

Rodrigues ainda alertou quanto ao índice da folha que o município ultrapassando o limite imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal, impediria o município de receber recursos do Governo Federal, e afetaria toda a estrutura inclusive impediria de fazer o reajuste salarial aos servidores.

“Espero que tenha alguma alternativa, mas se continuar assim, vai ficar difícil valorizar o servidor que toca a maquina pública ano a pós ano, indiferente quem seja o partido ou o político que esteja no cargo. O professor que tanto dedica para ensinar a nossas crianças fica desmotivado”, desabafa.

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