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POLITICAMENTE QUASE CORRETO – 11/01/2019

POLITICAMENTE QUASE CORRETO – 11/01/2019

Feliz Ano Novo

O início deste ano tem proporcionado algumas boas notícias, apesar de outras nem tanto. No âmbito corupaense, se de um lado temos a real aproximação entre executivo e legislativo que fumaram o cachimbo da paz e nos permite crer que algumas arestas começam a ser podadas, por outro lado temos as infindáveis quedas de energia

Com a palavra a Celesc

Ciente do problema e do desconforto causado pelas constantes faltas de energia, o prefeito João Carlos Gottardi recebeu em seu gabinete o gerente regional da Celesc, Sr. Wagner Felipe Vogel para cobrar solução para o problema. O gerente explicou, explicou e explicou, mas ficou bem longe de justificar, e mais ainda, de resolver o problema. As explicações passaram pelas tempestades, vendavais, falta de roçadas, e sobrou até para uma sobrecarga na rede, apesar do período em que uma boa parte da população está ausente da cidade (imaginem quando tudo voltar ao normal). De prático muito pouco aconteceu, como a explicação dada pelo gerente de que “a Celesc precisa melhorar o ramal de abastecimento, sendo necessário um investimento, pela Celesc, de mais de R$ 500 mil”, mas sem explicar “se” e “quando” isto acontecerá. De qualquer forma o prefeito Gottardi ofereceu, dentro do possível, a estrutura do município para auxiliar a Celesc no serviço de roçadas e foi enfático em exigir solução urgente para o problema que tem gerado prejuízo e desconforto para as pessoas, empresas e agricultura.

Dança das cadeiras

Conforme anunciamos no final do ano passado, o prefeito João Carlos Gottardi iniciou 2019 promovendo algumas alterações em seus colabores diretos. Nomeou Wellington Loriel Borges como novo secretário de Administração e Fazenda do município, pasta que era comandada desde julho do ano passado pelo próprio prefeito. Outra alteração foi a de Bernadete Correa Hillbrecht que apesar de não ter a sua nomeação publicada no Diário Oficial, já está tomando conhecimento da secretaria de saúde, pasta que já comandou na gestão anterior. Além destas duas mudanças e do desmentido da substituição da secretária de educação e cultura Rosane Berti, outras alterações aguardadas é na insfraestrutura e na Águas de Corupá. Na primeira seria repetida uma experiência malsucedida acontecida no início da atual gestão com a nomeação, ainda não confirmada, de Everaldo Mokwa, enquanto o atual secretário seria deslocado para a Águas de Corupá, assumindo o posto atualmente ocupado por Renato Wedderhoff que insatisfeito com algumas situações teria comunicado ao prefeito, a sua intenção de saída. Finalizando a dança das cadeiras, deve ocorrer nos próximos dias a nomeação de Lucas Zeininger para a assessoria de cultura, em substituição à Roseli Siewert que pediu exoneração do cargo. Dizem os pássaros coloridos que sobrevoam a quente Corupá que as mudanças não pararão por aí.

Nova Câmara

A nova Mesa Diretora da Câmara ainda nem foi empossada e já vem mostrando que as coisas realmente serão diferentes (veja matéria nesta edição). A começar pelo restabelecimento do diálogo com o executivo, deixando de picuinhas e visando o bem da comunidade; as mudanças vão desde alterações na estrutura gerando economia de recursos, e além de outras coisas, passam pela eminente solicitação de reapresentação do projeto de criação do Procon e da Ouvidoria. Destaque-se nesta nova forma de fazer política as frequentes reuniões dos integrantes da Mesa Diretora para discutir as decisões, e as reuniões entre os dois poderes para vislumbrar o melhor caminho para a nossa cidade.

Que tristeza que dá

No início eu apenas achava estranho, tentava me enganar e colocava a culpa no vento. Passada esta fase inicial eu deixei de me enganar e passei a culpar os turistas e ficava inconformado com pessoas que destroem lugares que buscam para seu lazer. Hoje, passadas estas fases iniciais e outras intermediárias, fico revoltado e curioso. A curiosidade é para tentar compreender os motivos que levam uma pessoa a destruir ou sujar as coisas. Diante da falta de respostas só me resta a revolta e a impotência diante da destruição e do pouco caso com que é tratado o nosso mundo. Triste geração porca e danosa, que sente prazer em destruir o pouco que nos resta, deixando quase nada para as novas gerações. Não é apenas jogar seu lixo em qualquer lugar, é, também, destruir coisas que custaram dinheiro para serem feitas e que custarão mais ainda para serem recuperadas ou refeitas. De um jeito ou de outro TODOS NÓS pagamos a conta de sua ignorância, INCLUSIVE VOCÊ.