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Corupá celebra o dia de Corpus Christi, nesta quinta-feira

Corupá celebra o dia de Corpus Christi, nesta quinta-feira

O tradicional tapete de Corpus Christi, dia em que a Igreja Católica celebra a festa da instituição da Eucaristia, será confeccionada pelos setores e comunidades às 6 horas da manhã desta quinta-feira.

O trajeto será o mesmo dos anos anteriores: saída de Igreja Matriz São José, seguindo pela rua Hercílio Luz (ao lado da Caixa), rua Dom Pedro II, rua Vidal Ramos (Escola Teresa Ramos), descendo a Avenida Getúlio Vargas, retornado a Igreja.

A missa será realizada às 9 horas e após a procissão.

Tradição 

A festa de Corpus Christi é feita na quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. Também em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste Sacramento. A procissão pelas vias públicas atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao bispo diocesano que a providencie onde for possível, como forma de “testemunhar publicamente a adoração e a veneração para com a Santíssima Eucaristia”.

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século 13, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV, através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.

A procissão com a hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças. No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima.

Já a tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.