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Boca Livre – 01/11/2019

Boca Livre – 01/11/2019

Governo volta atrás no valor do ICMS

A pós uma invasão de produtos do Paraná e Rio Grande do Sul, o governo do estado resolveu voltar atrás e reduzir de 12% para 7% a alíquota de ICMS para carnes de frango e suíno produzidas e vendidas dentro do Estado. Assim, a tributação volta a ser como antes das mudanças feitas para reduzir incentivos fiscais, que entraram em vigor em agosto deste ano.

Governo volta atrás no valor do ICMS II

Na revisão dos incentivos de ICMS, a Fazenda elevou para 12% a alíquota de carnes a partir de agosto com o objetivo de valorizar a produção local, mas diante da série de diferenças tributárias entre Estados e não abrangência de empresas do Simples, as carnes de aves e suínos de frigoríficos independentes ficaram mais caras em Santa Catarina. Não é de hoje que o governo de Carlos Moisés da Silva (PSL), vem causando prejuízos para o setor de alimentos. Anteriormente com o aumento na alíquota para defensivos agrícolas.

E os 11, prefeito?

Não posso dizer que foi recentemente, mas lá na metade de setembro o Prefeito Gottardi anunciou um corte de seus comissionados, que em sua conta seriam 11. Na primeira pegada foram apenas 8, cito os nomes: Guilherme Germano Berner, assessor operacional da Autarquia Águas de Corupá, Lucas Zeininger, assessor de Cultura, Jayne Teles de Souza, coordenadora de equipe de saúde da família, Kamila Langhammer Arza Bez, coordenadora de serviços, Robson Roberto Leitold, chefe de divisão de esporte de rendimento, Alvaro Melchert, coordenador de serviço e o patroleiro Egon Kopsch.

E os 11, prefeito? II

Ah, ainda tem o Secretário de Desenvolvimento Econômico Cristiano Hack, que teria prometido se afastar do cargo agora em novembro. Alguém poderia me informar se isso aconteceu ou vai acontecer ou se não vai acontecer? Bom, tudo o que vemos e escutamos na verdade são falácias, e assim segue tudo sem comando.

Vigas de pontes?

Vou tentar explicar. Um passarinho cantarolou em meu ouvido de que uma empresa comprou umas vigas para pontes de um agricultor de Corupá e as vendeu para a prefeitura. Até aí tudo bem. Mas essas vigas de ponte tinha um destino, mas no meio do caminho foram desviadas para uma serraria, localizada no bairro Seminário, que as cortaram em pranchas e que foram utilizadas em uma ponte. Até aí tudo bem, não vejo problemas. Mas na verdade essas pranchas foram usadas em uma ponte particular – não pública – que dá acesso a uma chácara – particular – localizada no Pedra de Amolar. E o mais agravante, essa madeira foi utilizada como moeda de pagamento de um ex-secretário em um comércio aqui da nossa cidade. Vê se pode!

Bolsonaro

Era para ser um vídeo de um homem indignado, certamente foi o que imaginou Bolsonaro ao desferir fortes ataques a Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro e pretenso candidato à Presidência em 2022, e ao grupo Globo. A ameaça sobre a renovação da concessão do grupo lembrou um estranho dejà vu dos tempos do PT. Até a Polícia Federal levou puxão de orelha do Presidente, ao cobrar resultado para a investigação do ataque com faca que sofreu durante a campanha.

Bolsonaro II

Não é sequer razoável imaginar que o presidente Bolsonaro tenha algo a ver com o assassinato de Marielle Franco ou qualquer outro crime, mas a reação do presidente deve ter deixado felizes aqueles que o queriam tirar do sério. Políticos irritados e acuados erram mais. Foi essa a imagem que Bolsonaro passou para o mundo político.

Bolsonaro III

Não é de hoje que a família do presidente – filho – estão envolvidos em escândalos e precisam recorrer as redes sociais para tentar explicar ou tentar colocar a culpa em alguém. Com isso cresce as especulações de uma futura presidência da Mourão.

PSL

É nítido o racha. Muitos parlamentares incomodados com o distanciamento do presidente têm formado uma ala chamada de bivarista. A crise vem se agravando, principalmente pela expulsão de alguns parlamentares e as constantes acusações envolvendo os filhos e até o presidente. Na tentativa de mudar, as redes sociais têm sido o caminho que muitas vezes é para colocar a culpa em alguém.

PSL II

No estado não é diferente. A crise está chegando aos patamares mais baixo como a exemplo do deputado Jessé Lopes que chamou de “fantoche do governador” o presidente da sigla no estado o deputado federal Fábio Schiochet, e toda essa briga vinculada as redes sociais. A intenção: derrubar o atual presidente do PSL no estado.

PSL III

Isso tudo vem refletido na administração do estado, totalmente sem direção. Como exemplo temos a obra de recuperação da SC 108 em Guaramirim, anunciada e assinada, pelo governador Moisés em visita a região em agosto. Na verdade, só veio a acontecer nesta quarta-feira, dia 30 de outubro. Portando dois meses e meio após a sua vinda a região é que realmente aconteceu a assinatura da ordem de serviço. Até então só promessas e nada mais. Outro exemplo que nos afeta mais ainda é o corte nas consultas do Hospital do Rocio em Campo Largo/PR, todos somos sabedores do caos que gerou. Tudo isso causado por conda de uma denúncia ao MP feita pelo governo de SC e assim impedindo os atendimentos dos catarinenses.

PSL IV

Motivação para isso? O fato que uma parte dos recursos que estavam vindo do SUS ao estado automaticamente eram repassados ao PR, por conta dessas consultas. Simples assim foi o desfecho. Pergunto, e agora? Se virem! Uma porque o estado ainda não deu uma solução para os inúmeros cancelamentos de consulta entre outros procedimentos. Quem sofre? A população. E a tal da renovação? Falácias. Vamos ficar de olho para os que virão na eleição do próximo ano!

O todo poderoso

Na edição passada, comentei sobre o mais novo primeiro ministro e a tal fumacinha do papado e que gerou um grande auê na Capital da banana mais doce. No decorrer desta semana vim saber – passarinhada – que o ex. primeiro ministro não perdeu suas “forças” e vem comandado a cidade. Seria um “conselheiro”. Portando a nossa cidade está “chique” no comando agora temos até um “conselheiro” para apoiar o novo Primeiro Ministro.

O todo poderoso II

Preciso retomar uma explicação, mas prévia. No Parlamentarismo ou o Semipresidencialista, temos o Primeiro ministro que comanda o governo, o caso de Presidente, o cargo não tem amplos poderes é mais de cerimônias e protocolos. Acredito que é isso que acontece em Corupá. Em reta final para “dingo bell” “dingo bell” o prefeito resolveu tirar uma semana de descanso. Que bom para ele! Comentam a passarinha que foi, além de “desestressar”, aproveitou para apresentar sua nova aquisição para toda a família. Parabéns!

Natal 2019

Por falar em comemorações de final de ano, como andam os preparos para o evento de final de ano. Alguma novidade? Teremos luzes natalinas das ruas e praças? Apresentações? Esperamos que sim. Uma porque este ano já não teremos a edição da Campanha de Natal, promovida para ACIAC. Motivo, baixa adesão do comércio.