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Máscaras não devem ser colocadas no lixo reciclável

Máscaras não devem ser colocadas no lixo reciclável

O uso de máscaras passou a ser obrigatório em Jaraguá do Sul desde o dia 16 de abril como mais uma forma de combate ao coronavírus. O Decreto Municipal 13.745 de 2020, assinado pelo prefeito Antídio Lunelli, tem por objetivo diminuir os casos de contaminação e permitir a continuidade das atividades econômicas. 

No entanto, uma preocupação que surge com o uso das máscaras e mesmo as luvas descartáveis é quanto ao descarte correto desses materiais. Conforme a engenheira sanitarista e gerente de Resíduos Sólidos do Samae de Jaraguá do Sul, Morgana Decker, é preciso tomar alguns cuidados depois do uso desses itens de proteção.

A primeira recomendação é que as pessoas prefiram o uso das máscaras de tecido, pois são reutilizáveis, desde que devidamente higienizadas. “Assim, geram menos lixo e, consequentemente, ocasionam menor impacto ambiental e econômico, já que elas poderão ser utilizadas mais vezes, e não sabemos por quanto tempo se fará necessária a prevenção”, explica a gerente.

Não jogar esses materiais no lixo reciclável é outra importante recomendação, já que as máscaras e luvas não têm outra utilização e pior, podem estar contaminadas, levando risco de contágio às pessoas que trabalham nas cooperativas. Sendo assim, o ideal é que as pessoas descartem, sempre que possível, as máscaras e luvas, em sacos plásticos separados e bem amarrados.

Quem mora próximo a uma unidade de saúde pode levar esses sacos fechados até os pontos de entrega de resíduos hospitalares, que são postos de saúde e hospitais, e, quando não for possível, o correto é colocar no lixo comum, tendo cuidado para que estejam em embalagens bem fechadas.

Também não é recomendado o descarte sem embalagem nas lixeiras públicas das ruas, praças e dos prédios públicos, ou mesmo nas lixeiras de uso comum de prédios e ambientes particulares. “O correto é que ninguém mais tenha contato com a máscara ou as luvas que você usou, justamente para evitar a eventual propagação do coronavírus”, esclarece a engenheira sanitarista.