Publicidade

Publicidade

BOCA LIVRE – 01/05/2020

BOCA LIVRE – 01/05/2020

Crise do coronavírus

Em uma live pelo facebook, na última domingo (26), o prefeito de Jaraguá do Sul Antídio Lunelli (MDB), comentou que a crise causada pelo coronavírus representará uma que de 40% na arrecadação do município, correspondente até o final deste ano. O número apontado pelo prefeito se deve ao período de quase 30 dias em que muitas empresas, comércios e serviços ficaram parados por causa da quarentena decretada pelo governo estadual e que acabou afetando significativamente a economia.

Crise do coronavírus II

Entre as medidas que a Prefeitura está tomando para contornar esta queda na arrecadação, o prefeito Lunelli, destaca a não contratação de novas obras, tendo continuidade somente das obras programadas e licitadas. Além disso, Lunelli garantiu que a folha de pagamento dos servidores públicos será paga em dia, assim como o pagamento dos fornecedores. Essas medidas só são possíveis, segundo o prefeito, graças às ações de eficiência da gestão aplicadas desde 2017 e que acabam ajudando neste momento. 

Crise do coronavírus III

Já Corupá, o prefeito João Gottardi (PSD), calcula que a queda na arrecadação seja em torno de 30% no município este ano, pelos mesmos motivos da quarentena. Ainda no agravante o município que tem a agricultara como um ponto forte, vem sofrendo também com a falta de chuva, prejudicando ainda mais o comercio em geral.

Decepcionado

O empresário Luciano Hang, um dos maiores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se disse decepcionado com a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça. Hang classifica Moro como “herói brasileiro” e em uma postagem em sua conta no Instagram expôs seu sentimento. “O povo brasileiro estará sempre ao seu lado. Estamos juntos”.

Estatais pagam a conta?

Há uma grande preocupação nas estatais de Santa Catarina quanto ao decreto legislativo publicado ontem, que proíbe o corte de fornecimento de energia, água, esgoto e gás até 31 de dezembro deste ano. Técnicos ligados as estatais, dizem que o não pagamento das contas provocará um imensurável prejuízo para a Celesc, Casan e SCGás.

Isolamento de Moisés

O governador Carlos Moisés (PSL), que surfou na onda Bolsonaro e se filiou nos 45 minutos de segundo tempo para disputar a eleição de 2018 – prazo eleitoral – se isola cada vez mais na Casa d’Agronômica. Julga-se credor da extraordinária vitória de Bolsonaro no estado, quando sabe-se que foi o tsunami Bolsonaro que garantiu a eleição dele. Um ano e dois meses depois Moisés está no outro lado do Palácio, é tachado por abandonar a direita e os deputados do PSL para priorizar aspirações da esquerda, e distanciou-se do governo federal. Os prejuízos políticos desta estratégia serão conhecidos nas eleições de 2020 e 2022.

Isolamento de Moisés II

Não prestigiou a aula magna do vice-presidente Hamilton Mourão na Fiesc em 2019 e enviou a vice para representá-lo. E o mais recente e bizarro convite ao ex-ministro Sérgio Moro ofertando uma secretaria de estado. Obviamente que não tem cabimento. Não era a hora nem o modo de se fazer. O catarinense deveria ter se limitado a lamentar a perda do ex-juiz entre os quadros governistas.

Isolamento de Moisés III

Fechou as portas do Palácio do Planalto. Sem interlocução em Brasília, com Bolsonaro querendo distância de Moisés, ninguém sabe como Santa Catarina vai canalizar recursos federais para atacar os problemas sociais e de infraestrutura, nesse momento delicado da economia, gerado pela quarentena.

Compra de respiradores

A compra de 200 respiradores artificiais pelo governo estadual com dispensa de licitação, ao custo de R$ 33 milhões, repercutiu durante a sessão virtual desta terça-feira (28) da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Os deputados aprovaram um requerimento solicitando informações ao Executivo estadual sobre o caso.

Compra de respiradores II

A denúncia foi feita pelo site The Intercept Brasil. Conforme a reportagem, o Estado de Santa Catarina comprou da distribuidora Veigamed, do Rio de Janeiro, 200 respiradores, por R$ 33 milhões, que já foram pagos. Segundo ainda a reportagem, os equipamentos, no entanto, que deveriam ser entregues neste mês, só chegarão ao Estado em junho, com uma configuração inferior à que foi contratada inicialmente. No requerimento, os deputados pedem a cópia integral de todo o processo de compra.

Teto será mantido

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na segunda-feira (27) que não será necessário suspender o teto de gastos pois os recursos para a saúde estão garantidos, para os gastos extras em função da pandemia do novo coronavírus. “Para que falar em derrubar o teto se é o teto que nos protege contra tempestade?”, argumentou ao lado do presidente Jair Bolsonaro, ao sair de uma reunião no Palácio da Alvorada.

Taxa de juros

As taxas de juros do crédito para empresas e pessoas físicas caíram em março, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central (BC). Para pessoas físicas ficou em 46,1% em março, com redução de 0,6 ponto percentual em relação a fevereiro. No caso das empresas, a queda foi de 0,4 ponto percentual, indo para 16,6%. Entre as modalidades para pessoas físicas, está o cheque especial com taxa de 130% ao ano (7,2% ao mês), redução em 0,6 ponto percentual. O BC determinou que os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

Cartão de crédito

Já os juros do rotativo do cartão de crédito subiram em março, chegando a 326,4% ao ano, com aumento de 3,8 pontos percentuais em relação a fevereiro. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida. Na modalidade de parcelamento das compras pelo cartão de crédito, os juros chegaram a 186,5% ao ano em março, com aumento de 0,1 ponto percentual.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas subiu 0,1 ponto percentual, chegando a 5,2%. Entre pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu em 2,3% em março. Todos esses dados são do crédito livre, em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes.

Internet para vendas

Uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, mapeou as principais finalidades das empresas no emprego das tecnologias digitais. Os usos mais comuns são para enviar e receber e-mails (100%), buscar informações sobre produtos ou preços (93%), pagamentos e consultas bancárias (92%), enviar e receber mensagens instantâneas, monitoramento de mercado (73%), interagir com instituições governamentais (72%) e oferecer serviços e assistência aos clientes (69%).

Internet para vendas II

A principal canal na internet em geral são as plataformas, com 78% das empresas com perfil em alguma empresa deste tipo. As mais populares são as redes sociais como Facebook (62%), os apps de mensagem como Whatsapp e Telegram (54%) e serviços de publicação mais focado em imagens, como Instagram e Snapchat (44%).

Internet para vendas III

Nas plataformas, as empresas relataram realizar diversos tipos de atividades. As mais comuns são responder a comentários ou dúvidas de clientes (78%), divulgar produtos ou serviços (77%), publicar notícias (66%) ou conteúdo institucional sobre a firma (61%).

Internet para vendas IV

Entre as entrevistadas, 36% responderam ter pago por anúncio na Internet, prática mais corrente entre aquelas de alojamento e alimentação (50%), informação e comunicação (46%) e artes e cultura (44%). Outras 38% relataram manter algum serviço de banco de dados em “nuvem” e 27% disseram utilizar software de escritório em “nuvem”.