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BOCA LIVRE – 28/09/2018

BOCA LIVRE – 28/09/2018

Perguntar não ofende

Alguém saberia informar para quando está prevista a tão aguardada inauguração do ESF da João Tozini ?

Perguntar não ofende – II

Alguém sabe informar para quando está previsto o funcionamento das creches 24h ? Ou quando acontecerá a retomada das atividades do CAECO ? Ou do Procon, da Ouvidoria ? Ao menos o início das obras do sistema de esgoto ? Estas são algumas das promessas que constam do plano de governo, e que foram usadas na campanha eleitoral.

Por falar em plano de governo

Seria interessante que o executivo divulgasse na sua estrutura o plano de governo que o elegeu, isso ajudaria a fazer com que todos remassem na mesma direção e parassem de “viajar”. Será que o dito documento não passou de um mero discurso eleitoreiro?

Deixe o homem trabalhar

A frase “deixe o homem trabalhar” foi a frase mais ouvida no início da atual gestão, e hoje, vinte e um meses depois, o povo continua, não apenas deixando que “o homem trabalhe”, mas esperando e torcendo que ele o faça.

 Cuspindo no prato em que comeu

Tem um prefeito da nossa região que não aprende mesmo (nem desenhando pra ele). Apesar de administrar um município que tem sobrevivido com recursos conseguidos pelo MDB e PSDB, uma vez que foi abandonado pelos demais partidos que sequer mandaram “um cafezinho” para a cidade, ele novamente usou as redes sociais para fazer campanha contra estes partidos.

Cuspindo no prato em que comeu – II

Se por ideologia ou fidelidade partidária ele não se sente confortável em fazer campanha para MDB ou PSDB, deveria pensar em seu município e não se pronunciar nas redes atacando a mão que tem lhe oferecido alimento. Vamos torcer para que não passemos dois anos à mingua de recursos pois, se dependermos dos políticos de seu partido e suas coligações a coisa vai ficar feia.

Por falar em ideologia e fidelidade

Se ideologia e fidelidade partidária for o argumento para não fazer campanha para quem tem ajudado, que se use o mesmo argumento para recusar a ajuda. Isso seria, ao menos, uma questão de honestidade.

#EleNão x #EleSim

Seria cômica se não fosse trágica a discussão entre o povo dos dois lados, o do sim e o do não. Tenho lido as postagens e até agora não sei para qual lado pender pois nenhum deles falou algo que sirva para o bem comum, todos os lados apontam apenas argumentos que interessam a um pequeno grupo, seja o do não ou o do sim.

Cultura para poucos

Já não é de hoje que os poucos eventos culturais que acontecem em nossa cidade têm sido pouco prestigiados, e no último sábado(22) não foi diferente, quando apenas a secretária de educação e cultura, Rosane Berti, foi a única autoridade a prestigiar o café cultural em comemoração aos vinte e cinco anos do grupo Laços de Tradição. Evento bonito, emocionante e bem organizado, ofereceu uma gama diversificada de atrações a quem compareceu.

Cultura para poucos – II

Considerando que o café aconteceu numa tarde de sábado com rara ou quase nenhuma outra atividade de destaque, algumas perguntas pairam no ar: qual seria a agenda dos nove vereadores ? qual seria a agenda do prefeito e de sua assessora de cultura ? será que se o evento fosse um baile funk eles teriam comparecido ? Mistérios.

Ideologia de gênero

Nada contra as pessoas que pensam diferente, e para as quais “menino ou menina” é uma questão de estar e não de ser, mas chamou a atenção quando uma pessoa nascida menino, fazendo carinha que me lembrou o emoticon que tem corações no lugar de olhos respondeu, para uma outra pessoa também nascida menino e que o chamava, com um meloso “fala meu gaúcho”. No mínimo estranho para quem, como eu, ainda não acostumou com este modernismo.

Baile do “empresta”

No último final de semana, conversando com uma amiga sobre as dificuldades de frequentar bailes com os maridos e esposas que não gostam de dançar, surgiu uma ideia no mínimo interessante, promover o “Baile do Empresta”. A ideia é bem simples, os casais vão ao baile e na hora de dançar, quem não dança pode ficar na mesa, bebendo ou conversando, enquanto quem dança pode ir para a pista, emprestado(a) para quem quer dançar. Na mesma roda de conversa surgiu uma outra ideia para contentar a quem nem consegue tirar o cônjuge de casa para dançar, é que o “empresta” aconteça também nesta condição. Essa última ideia já não sei se vinga.

Festa de Rei

As sociedades que programaram suas festas de rei para esta época devem estar faturando bem com a corrida dos candidatos na busca de votos. Se de um lado tem os catadores de voto que desconhecendo a tradição, acreditam estar num “bailão”, do outro lado o que mais se ouve  é a famosa pergunta: “quem é esse?”.

Aleluia

Finalmente aconteceu a solução para o imbróglio que cercava o espaço usado como restaurante, lanchonete, choperia, e mais outras coisas, e que ficava na praça de Corupá. Com a saída dos antigos comodatários uma novela se inicia: quem assumirá a “bucha”?

A “bucha”

Ainda reside na memória o tempo que foi necessário para que algum corajoso se interessasse pela exploração do espaço na praça, e não foram poucas as tentativas. Algumas das surpresas que existiam na época, ainda persistem e devem ser consertados para que não tenhamos mais problemas.

A “bucha” II

Uma ideia seria dividir o imóvel em dois ou três espaços e, além de uma opção gastronômica, oferecesse informações turísticas, artesanato e aquelas “bobagens” que turista gosta de encontrar em suas viagens. Só espero que esta ideia, se aceita, seja conduzida pela iniciativa privada, não sendo pretexto para criar mais cargos em comissão.

Facebookianos de plantão

Muita briga aconteceu no combate a corrupção, no impeachment de candidatos e no xingamento do judiciário que hora prende e minutos depois solta, em função de interpretações diferentes sobre o mesmo fato. Para quê ? Hoje é mais fácil e cômodo passar para a frente as postagens do face, sem pesquisar se são verdadeiras ou falsas, no melhor estilo “eu li na internet”. Com este comodismo a pessoa se sente “incluída” e “descolada”, mas não sabe que este sentimento é apenas entre pessoas que, assim como ela, não possuem o hábito de procurar a verdade.

Facebookianos de plantão II

Ainda sobre a propagação de boatos nem sempre verdadeiros, e sem que se tome cuidado com sua origem e confiabilidade, tenho diversos amigos e amigas que “morreram” (inclusive eu), causando choro e envio de pesares que em pouco tempo foram substituídos por pedidos de desculpas e troca de acusações pelo “equívoco”.