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É a hora de comprar o material escolar. Confira as dicas para economizar

É a hora de comprar o material escolar. Confira as dicas para economizar

18/01/2019

É um entra e sai de loja em loja atrás do melhor preço ou da melhor marca ou até mesmo daquele item difícil de achar na lista de material escolar. Assim tem sido a rotina de muitos pais nestas primeiras semanas do ano que antecedem a volta às aulas.

Por falar em retorno as aulas, elas iniciam, municipais e estaduais, no dia 11 de fevereiro e tem previsto para terminar lá em 16 de dezembro, é claro para aqueles que não ficarem em recuperação. E aquela folguinha no meio do ano, conhecida como férias escolares previsto para 15 a 28 de julho.

Para evitar gastos supérfluos, é importante lembrar-se de filtrar os pedidos das crianças e adolescente e também de checar, com bom senso, a lista apresentada pelas escolas. Nem tudo o que é pedido ali tem uma justificativa razoável. Já que a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE), assustou no final do ano passado divulgando uma estimativa de reajuste nos itens utilizados pelos alunos de 9%, em comparação a 2018.

O empresário Djeison Stratmann comentou que alguns itens sofreram reajustes em comparação ao ano anterior, mas não foram todos, na maioria se mantiveram e ele ainda dá a dica na hora de comprar os itens da lista. “Uma boa saída para economizar na compra dos materiais escolares é optar por marcas não “famosas”, que sempre são as mais caras, quanto a qualidade, nem sempre é inferior, na maioria é igual ou se perde é quase imperceptível”, explica.

Segundo Stratmann, o valor da lista pode variar muito de acordo com as marcas. “Uma lista, por exemplo do terceiro ano do ensino fundamental, varia de R$ 105,00 a R$ 300,00, dependendo dos itens da lista, as marcas mais famosas são as mais caras, é uma maneira das famílias economizar. Outra dica que pode ser usada é o pagamento à vista, que dará um desconto bom na hora da compra”, comenta.

Dicas na hora da compra dos materiais escolares

O Procon/SC, divulgou em seu portal [procon.sc.gov.br], alguns passos fundamentais afim de evitar preços mais altos. Mas antes de ir às compras, é importante que o consumidor fique atento às exigências feitas pelas escolas, pois não é raro haver abusos. Para fugir dos problemas, confira as dicas do Idec sobre a compra do material.

Economize na papelaria

*Antes de ir à papelaria, verifique os itens que foram usados no ano passado; os que estiverem em bom estado podem ser reutilizados. Estojo, tesoura e dicionário, por exemplo, normalmente duram bastante.

*Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos. 

*Pesquisar é muito importante! Compare marcas e estabelecimentos e fique atento, principalmente, aos preços dos livros didáticos, que costumam pesar mais no bolso. Pode valer a pena comprá-los diretamente da editora. 

*Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato.

*Para economizar um pouco mais, a dica é reunir um grupo de pais para ir às compras, pois no atacado é sempre mais barato. 

*Evite artigos sofisticados, com características de brinquedo, ou com personagens infantis licenciados. Além de mais caros, eles podem distrair a atenção da criança na aula. 

Lista sem abusos

*O estabelecimento de ensino não pode solicitar na lista de material escolar produtos de uso coletivo, como os de higiene e limpeza.

*A escola também não pode exigir marcas ou locais de compra específicos para o material, tampouco que os produtos sejam adquiridos no próprio estabelecimento de ensino, exceto para artigos que não são vendidos no comércio, como é o caso de apostilas pedagógicas próprias do colégio. Fora essa situação, a exigência de compra na escola configura venda casada e é expressamente proibida pelo artigo 39, I, do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

*A instituição só pode recomendar que a criança não reutilize um livro usado por um irmão mais velho, por exemplo, se a obra estiver desatualizada. Caso o conteúdo esteja adequado, não há problema algum em reaproveitar o material.