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Equipes dos CEIs recebem orientação sobre síndrome que atinge crianças menores de 5 anos

Equipes dos CEIs recebem orientação sobre síndrome que atinge crianças menores de 5 anos

As Secretarias Municipais de Educação e Saúde de Corupá estão orientando equipes e pais de crianças dos Centros de Educação Infantil (CEIs) sobre a Síndrome mão-pé-boca (SMPB). Trata-se de uma infecção de origem viral caracterizada pela presença de lesões vesiculares em mãos, pés e boca e que atinge principalmente crianças menores de 5 anos. Algumas crianças estão apresentando esta infecção e a orientação da Secretaria de Saúde é que elas não frequentem os CEIs enquanto estiveram infectados levando em média 7 dias. 

Equipes da Secretaria Municipal de Saúde estão visitando os Centros de Educação Infantil, para orientar as diretores e professores sobre a Síndrome mão-pé-boca (SMPB). Além disso, de acordo com a Secretaria de Educação Rosane Martini Berti, as equipes dos CEIs também estão realizando a higienização de brinquedos, objetos e outros espaços compartilhados pelas crianças para que a síndrome não se propague.  

Segundo a gerente em Promoção e Assistência em Saúde da Secretaria de Saúde Jessica Pereira, é muito importante que quando os pais perceberem a possível manifestação da doença que começa por febre e dores na garganta e depois segue com lesões na pele, que procurem um médico. “Por ser altamente contagiosa, a criança que tiver a síndrome não deve frequentar o CEI até se recuperar e isso leva em média 7 dias” comenta Jéssica. 

Mais sobre a Síndrome mão-pé-boca (SMPB)

A Síndrome mão-pé-bocaé uma infecção de origem viral, sendo causada por diversos enterovírus, principalmente o Coxsackie. Costuma acontecer na forma de surtos, acometendo principalmente crianças que frequentam creches e escolas, ou seja, menores de 5 anos, e nos meses de primavera e verão, mas também podendo causar doença raramente em adultos. A transmissão pode ocorrer através da tosse, espirros e saliva e do contato direto com bolhas que tenham estourado ou fezes infectadas, principalmente durante os primeiros 7 dias da doença.

Além disso, o vírus pode ser transmitido por meio de objetos ou alimentos contaminados. Por isso, é importante lavar os alimentos antes do consumo, trocar a fralda do bebê com luva e depois lavar as mãos e lavar bem as mãos após usar o banheiro. 

O quadro da infecção é caracterizado por febre, acompanhada de mal-estar, úlceras orais causando dor na boca ou garganta e um erupção cutânea em mãos e pés. 

Fonte Prefeitura de Corupá – Áurea J. Arendartchuk

15/02/2019